quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Juliano Cazarré e Helena Ranaldi participam do TV Mulher sobre violência

Violência é o tema da edição do "TV Mulher" que o VIVA exibe nesta terça, dia 28, às 22h30. Marília Gabriela abre a atração descrevendo um drama enfrentado por muitas mulheres brasileiras: "O programa de hoje vai mostrar o lado mais sombrio da vida em família. O gesto que não faz parte de álbuns de fotografia, mas que paira na vida de milhares de mulheres. A violência doméstica é uma vergonha para toda a sociedade.". Além dos colunistas Fernanda Young, Flávia Oliveira, Gabi Manssur, Ivan Martins e Regina Navarro Lins, a edição conta com a participação dos atores Juliano Cazarré e Helena Ranald


Fonte: TV Mulher

RAFAEL ALMEIDA DIRIGE CLIPE ESTRELADO POR HELENA RANALDI E MARCOS PASQUIM






Rafael Almeida é cantor, ator e também dirige. Tanto é que o rapaz foi escolhido pela dupla Guilherme & Santiago para dirigir o clipe da faixa Casa Amarela, que está entre as dez mais tocadas do País.

"Esse é o segundo clipe que filmo da dupla. A gente já trabalhou juntos no vídeo de Jogado na Rua, que foi um enorme sucesso no país inteiro e tinha a Rita Guedes e Luiz Carlos Vasconcelos no elenco, e estou muito feliz com o resultado”, disse Almeida. Veja imagens dos bastidores:
































Credito da reportagem e Imagens 

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Helena Ranaldi está no Teatro MUBE - Nova Cultural com a Peça Amores Urbanos

Amores Urbanos 
                                                 Direção Marecelo Rubens Paiva

Juan e Helena formam um casal antenado tecnologicamente, cuja vida sexual é secundária e discutida nesta noite. São caseiros, viciados em séries de TV, trabalham fora e saem pouco. Não veem amigos e sentem saudades do começo do namoro. Clóvis e Daíse conheceram-se no Tinder. Ele revela que quer algo mais profundo, enquanto ela prefere apenas uma vida sexual com ele, confessando que sua prioridade é a carreira.

Elenco - Helena Ranaldi – Juan Alba - Daíse Amaral -
Clóvis Torres






















Teatro MUBE Nova Cultural recebe “Amores Urbanos”
Espetáculo escrito por Mario Bortolotto, Marcelo Rubens Paiva e Clóvis Torres estreia dia 07 de agosto com Helena Ranaldi e Juan Alba no elenco

Com depoimentos verdadeiros sobre a modernidade e as diversas maneiras de se relacionar numa grande metrópole, “Amores Urbanos” reúne três autores para falar a respeito da fragilidade das relações amorosas e afetivas da atualidade, tendo a tecnologia como pano de fundo para as discussões. São três histórias diferentes: “Jardim da Infância”, “Reconfigurar” e “Grupo de apoio para pessoas sentimentalmente muito bem resolvidas”, escritas por Clóvis Torres, Marcelo Rubens Paiva e Mario Bortolotto, respectivamente, sendo os dois últimos também diretores da peça juntamente com Clarisse Abujamra. O espetáculo fica em cartaz no Teatro MuBE Nova Cultural de 07 de agosto a 1º de novembro, sextas e sábados às 21h30 e domingos às 20h30.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Elenco de peça de Ibsen: "A Fantástica Casa de Bonecas" terá Helena Ranaldi e vários anões

Helena Ranaldi começa a ensaiar na semana que vem uma nova adaptação de “Casa de bonecas”, de Ibsen.  Curiosidade: fora a atriz, todo o elenco masculino será composto por anões. “Por que não?”, pergunta Helena. 
A direção é de Clarice Abujamra.



































A peça "A Fantástica Casa de Bonecas", no norueguês Henrik Ibsen, estreia no Teatro das Artes (zona oeste de São Paulo) em 20 de março. A atriz Helena Ranaldi vai dividir o palco com Lana Córdula, Lili Colonnese e com três atores anões: Fernando Vigui, Giovanna Venturini e Ney Mello.

O cenário recria uma casa de bonecas, como sugere o título: enquanto os anões andam tranquilamente pelo lugar, os demais personagens precisam se apertar para caber nos espaços.

A personagem Nora, vivida por Helena Ranaldi, uma mulher dedicada à casa e ao marido, vivendo aparentemente feliz. Num determinado dia, joga tudo para o ar e se rebela,  pois não queria saber de viver mais de aparências.


fonte:http://tools.folha.com.br/

domingo, 23 de novembro de 2014

Helena Ranaldi, Claúdia Ohana e Regiane Alves vão no Programa Encontro com Fátima Bernades para falar da Peça teatral "Amor Perverso"


As atrizes helena Ranaldi, Claúdia Ohana e Regiane Alves, estiveram no programa Encontro com Fátima Bernardes (14/11/14) para falar da Peça Teatral "Amor Perverso" que está em Cartaz no Teatro Leblon no Rio de Janeiro, às terças e quartas-feiras até dia 17 de dezembro. A Peça Teatral que está sendo um sucesso, da escritora chilena Inés Margarita Stranger, que estreiou no dia 28 de outubro.

AMOR PERVESO - Expressão extraída da letra de um bolero que se popularizou nos anos 1960 e empresta título à peça — integra a “Antologia Bilíngue de Dramaturgia de Mulheres Latino-americanas”, estudo de gênero lançado em 1996 por Graciela Ravetti e Sara Rojo, que contempla ainda “A Beata Maria do Egito”, de Rachel de Queiroz, e “Del Sol Nasciente”, da argentina Griselda Gambaro.











quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Regiane Alves, Claudia Ohana e Helena Ranaldi brilham em ‘Amor Perverso’

Atrizes interpretam lados diferentes de uma mesma mulher no espetáculo que está em cartaz no Teatro do Leblon
PATRÍCIA TEIXEIRA


 Rio - Elas têm a mesma opinião quando dizem que um amor perverso é aquele que faz sofrer. Mas divergem em várias outras questões, graças à personalidade forte de cada uma. Já dá para imaginar a explosão de ideias que acontece numa coxia que tem Helena Ranaldi, Regiane Alves e Claudia Ohana juntas. Uma mais ponderada, a outra mais questionadora e uma terceira que anima a todos com seu senso de humor. O que importa é que essa fusão deu liga e que as três atrizes estão mais unidas do que nunca por conta do espetáculo ‘Amor Perverso’, com apresentações toda terça e quarta-feira no Teatro do Leblon.

Tem um clima muito bom na coxia. Cada uma tem um jeito, uma personalidade diferente, mas as nossas energias conversam entre si. Essa troca que é importante”, diz Helena Ranaldi. Regiane Alves, que está voltando ao trabalho após seis meses do nascimento de seu primeiro filho, João Gabriel, concorda com a colega. “Sabemos nos respeitar. Tem dia em que a pessoa está bem, outro em que está mal. Mas estamos todas no mesmo barco.”
Na trama da chilena Inés Margarita Stranger, as atrizes interpretam uma mesma mulher, com três lados sentimentais bem diferentes. Claudia Ohana é o lado firme, mais racional. Regiane é a romântica e Helena, a frágil, mais dramática. “A peça é sobre uma mulher que vive uma história de amor e, aí, começa a refletir se continua ou não na relação que tem. O texto se aprofunda nas dores, perdas, amores e mostra que as pessoas podem se reinventar, se superar”, explica Helena.

Não é uma peça de mulher para mulher, como aquele slogan da marca Marisa. O homem também passa por esse tipo de conflito, tem medo de largar a pessoa com quem está. Eu começo a peça dizendo que quero enfrentar a solidão e o luto. Terminar é dolorido. A mulher pensa bastante antes da decisão e o homem costuma largar uma quando já tem outra”, diz Claudia, aos risos.
“Coincidentemente, fiquei com a romântica. Ela fica esperando o cara independentemente de qualquer coisa. Ela quer sempre fazer acontecer”, avalia Regiane, que diz estar “vivendo um momento tão de amor que fica tudo mais fácil”. Mas se o amor é universal, o sofrimento por ele também há de ser. Afinal, todas as três atrizes já deitaram a cabeça no travesseiro e derramaram lágrimas por conta de um amor perverso.
“Já sofri por amor, claro. Mas quero continuar amando até morrer, mesmo que eu sofra de novo”, enfatiza Helena. Claudia também embarca na onda da colega. “Fiquei 10 anos sem conseguir amar. Até gostei de algumas pessoas, mas amar é outra coisa. É muito difícil amar alguém depois de uma perda, um trauma, mas não significa que a gente não possa brincar nesse período”, diverte-se. Mesmo que a dor seja grande, o que vale é recomeçar, acreditam as atrizes. “Sempre fui otimista em relação à vida, sempre tento ter um olhar positivo também nas relações”, completa Regiane.
Se depender delas, esse encontro nos palcos pode render bons frutos. “Estamos muito empolgadas com esse projeto. Gosto muito da ideia de trabalhar com as duas”, festeja Helena. “Recebi o convite ainda grávida e disse que só poderia ficar se fosse no esquema do bebê. Todo mundo preparou o terreno para eu me sentir bem e deu tudo certo. Tudo aconteceu na hora certa”, continua Regiane. Inspirada com o espetáculo, Claudia ainda arrisca dicas para quem está sofrendo por amor: “O medo atrapalha nas decisões. Peço sempre a Deus para me dar paz e coragem. Antigamente, eu pedia sucesso e dinheiro. Isso eu também quero. Mas se eu tiver paz e coragem, vou lá e corro atrás de todo o resto.”

Fonte: http://odia.ig.com.br/diversao/2014-11-04/regiane-alves-claudia-ohana-e-helena-ranaldi-brilham-em-amor-perverso.html - Publicado em 04/11/2014

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Helena Ranaldi, Regiane Alves e Claudia Ohana juntas em cena. Trio estrela 'Amor Perverso', texto da chilena Inés Margarita Stranger






Uma só pessoa é capaz de comportar o mundo dentro de si mesma. Somos formados por diversas facetas que vêm à tona de acordo com o momento vivido por cada um. Por isso, nada mais justo do que três atrizes darem vida a uma única mulher. Ou representarem, juntas, todas as mulheres que existem. Claudia Ohana, Helena Ranaldi e Regiane Alves assumem este desafio e estrelam o espetáculo “Amor Perverso”


O trio já se esbarrou em algumas produções da Rede Globo, mas se encontra nos palcos pela primeira vez, em uma história sobre a perda de um amor.

– Está sendo um encontro maravilhoso! – comemora Claudia.

Helena endossa o coro:

– É fundamental ter uma coxia boa porque é o lugar para onde levamos nossa intimidade, nossas alegrias e tristezas. Se tem pessoas bacanas do seu lado, que torcem por você, tudo dá certo.

Regiane ainda vai além:

– Somos uma família.

A trama acompanha a história de Victoria, Eva e Amapola – representações simbólicas dos diferentes estados de alma experimentados por uma mesma mulher que combate o luto. Assinado pela chilena Inés Margarita Stranger, o texto foi escrito quando Augusto Pinochet deixava o poder após uma ditadura de 17 anos. Por conta disso, as imagens e situações fragmentadas e dúbias deixam entrever o desespero de um amor dilacerado, mas também criam uma metáfora sobre a sombria situação vivida à época na América do Sul.
Com direção do paulista Luiz Valcazaras, a peça marca o retorno de Helena Ranaldi e Regiane Alves aos palcos após um breve intervalo. Claudia, por outro lado, encara uma jornada dupla com as apresentações de “Callas” aos finais de semana.
– Minha vida agora é teatro! Saio de um palco para o outro, em dois espetáculos completamente diferentes. Fora de cena, eu nem sei o que está acontecendo – diverte-se a atriz.


Amor Perverso

TEATRO
Teatro do Leblon
ENDEREÇO
Rua Conde Bernardotte, 26 - Leblon Tel.: (21) 2529-7700
CIDADE
RIO DE JANEIRO / RJ
CLASSIFICAÇÃO
Espetáculo não indicado para menores de 14 anos
DIRETORES
Luiz G. C. Valcazaras
ELENCO
Regiane Alves, Helena Ranaldi e Claudia Ohana
PERÍODO EM CARTAZ
de 28-10-2014 a 17-12-2014
HORÁRIOS DAS SESSÕES
Terças e quartas 21h
SINOPSE
Amor Perverso expõe os conflitos de uma personagem cindida pela dor de uma perda amorosa. Victoria, Eva e Amapola são, no fundo, representações simbólicas dos diferentes estados de alma experimentados por uma mesma mulher em seu embate contra o luto que “congelou no desuso cada um de seus sorrisos”.


























Fonte: redeglobo.globo.com/globoteatro/reportagens/noticia/2014/10/helena-ranaldi-regiane-alves-e-claudia-ohana-juntas-em-cena.html

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Helena Ranaldi recebe amigos na inauguração da Peça Amor Perverso no Teatro Leblon







'Amor perverso' chega aos palcos cariocas. Carregada de uma alta voltagem poética e contornos metafóricos, a segunda adaptação brasileira da peça expõe os conflitos de uma personagem através de três representações

No elenco da peça 'Amor perverso', Claudia Ohana vive Victoria, Helena Ranaldi interpreta Eva, e Regiane Alves personifica Amapola
Ao mergulhar em profunda reflexão interior, uma mulher sente todos os pesares e dores de uma perda amorosa. Primeira obra dramática da autora chilena Inés Margarita Stranger, o texto “Cariño Malo” — traduzido para o Brasil como “Amor Perverso”, expressão extraída da letra de um bolero que se popularizou nos anos 1960 e empresta título à peça — integra a “Antologia Bilíngue de Dramaturgia de Mulheres Latino-americanas”, estudo de gênero lançado em 1996 por Graciela Ravetti e Sara Rojo, que contempla ainda “A Beata Maria do Egito”, de Rachel de Queiroz, e “Del Sol Nasciente”, da argentina Griselda Gambaro.
Carregando uma alta voltagem poética e contornos metafóricos, a segunda adaptação brasileira de “Amor Perverso” expõe os conflitos de uma personagem através de três representações: Victoria, vivida por Claudia Ohana, Eva, interpretada por Helena Ranaldi, e Amapola, por Regiane Alves. Montada nos palcos brasileiros uma única vez, em âmbito universitário, a peça chega ao Teatro do Leblon na próxima terça-feira, dia 28, com direção de Luiz G. C. Valcarazas e produção de Lucia Regina Souza, preservando o frescor do ineditismo.
O pontapé inicial para criar uma montagem para a peça chilena veio há 24 anos, quando o jovem integrante da companhia paulista de teatro de bonecos “A Cidade Muda”, Luiz G. C. Valcazaras, participava do 12º Festival Internacional de Teatro de Manizales, na Colômbia. Lá, o diretor teve contato com “Cariño Malo”, cuja montagem original fazia parte da grade de programação do festival. Desde então, ele guardava o desejo de trazer ao Brasil a sua versão para a corpulenta narrativa. 
Levado à cena quando o general Augusto Pinochet se despedia da Casa de La Moneda, depois de quase duas décadas no poder, o texto joga com imagens e situações fragmentadas, deixando o espectador enxergar através do enredo do amor esfacelado a sombra de uma das ditaduras mais brutais instauradas na América Latina. Em meio às lembranças da protagonista, sobressaem vozes de desaparecidos, que atormentam e condenam seu parceiro a todo instante, interceptando com seu ruído sombrio a comunicação do casal.
No palco do Teatro Leblon, as três atrizes, que contracenam pela primeira vez, se dividem entre representações dos diferentes estados assumidos pela mesma mulher, em seu embate contra o luto da perda que “congelou no desuso cada um de seus sorrisos”. Entre uma fala e outra, a atriz Cláudia Ohana apresenta seus lamentos através de dolorosos cânticos. Ela, que já interpretou inúmeros musicais no teatro, cinema e novelas, empresta vida simultaneamente à protagonista de “Callas”, espetáculo que conta a história da cantora lírica, dirigido por Marília Pera, no Teatro Itália, em São Paulo.
“‘Amores reversos’ é metafórica e não tem uma estrutura linear. A gente se mistura entre as lembranças de forma nada nítida. Nas falas, me reconheço muitas vezes e também muitas pessoas próximas. Acho que todo mundo que já amou se identifica. A peça fala do sofrimento de uma mulher que passa por um término de relacionamento e o medo de passar por isso. É uma história universal”, conclui a veterana.

sábado, 24 de maio de 2014




Helena Ranaldi te desejamos a você muitas felicidades pelo seu dia, que você continue brilhando nos palcos na vida.
PARABENSSSS!!!! - 24/05/2014
































quinta-feira, 24 de abril de 2014

Notícias sobre a Novela em Família.



Cadu faz surpresa para Verônica e abre o coração sobre crise no casamento

Que baixaria! Verônica dá bofetada na cara de Laerte na frente de Clara e Marina

                

Vivianne Pasmanter e Helena Ranaldi rodam cenas de 'Em Família' na orla do Rio




Apesar da interminável troca de farpas entre Shirley e Verônica, as atrizes que dão vida às personagens se divertiram na gravação das cenas de Em Família nesta quarta-feira, dia 23 de abril. Com muito bom humor, Vivianne Pasmanter e Helena Ranaldi enfrentaram o dia ensolarado do outono carioca.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Helena Ranaldi fala sobre personagem na novela de Manoel Carlos



GTV: A Verônica é uma mulher que terá que disputar pelo amor do Laerte. Como sua personagem levará essa situação?
Helena: O que posso dizer é que ela é uma mulher muito apaixonada. E que em nome dessa paixão e desse amor, ela se coloca em situações de dor e sofrimento. Não sei dizer se fará coisas erradas pra lutar pelo seu amor. Vamos ter que esperar pra ver o que o autor está pensando pra ela…

GTV: Neste trabalho, o que você considerou essencial para interpretar a Verônica? Você precisou participar de algum workshop para ajudar na composição?
Helena: Sim, estou tendo aulas de piano e também passei alguns dias na companhia do maestro João Carlos Martins. Aproximei-me do universo da música clássica e aproveitei pra conhecer um pouco mais de perto como os maestros trabalham.

GTV: Essa é a quinta vez que você trabalha ao lado de Manoel Carlos, mas também será a última. Como você se sente sabendo que não haverá mais novelas do autor?
O sentimento foi sempre de muita alegria, nesta como em outras novelas que fui convidada pelo Maneco pra participar do elenco. Admiro muito ele e ser escolhida me enche de alegria e prazer!

GTV: As primeiras cenas foram gravadas em Viena, na Áustria. Quando você viaja a trabalho, consegue arrumar um tempinho para aproveitar a cidade?
Helena: Como não conhecia Viena e gravamos nos principais pontos turísticos da cidade, pude conciliar as duas coisas, o que foi muito bom.

GTV: A Verônica abriu mão de muitas coisas por causa do amor ao Laerte. Você diria que ela é altruísta? Você já passou por uma situação semelhante?
Helena: Não acho que ela seja altruísta. Acredito que ela faz o que faz em nome de uma felicidade dela, de um amor que ela acredita um dia conquistar. Nunca passei pela situação de me relacionar com um homem que tem sentimentos fortes por outra mulher.

GTV: Um tipo de vilão vem caindo no gosto popular. Ele é malvado, mas não deixa de ser cômico.

O que você acha dessas mudanças?
Helena: Acho muito bacana. Particularmente, acredito que os personagens se tornam mais interessantes quando deixam de ser uma única coisa.

GTV: Antes de seguir a carreira de atriz, você chegou a trabalhar como modelo. Quando e como surgiu o interesse em trabalhar na televisão?
Helena: Fazia comercias de televisão, onde pude entender um pouquinho como funcionavam os bastidores de uma gravação. Mas comecei mesmo no teatro em São Paulo com o diretor Antunes Filho e só depois fui fazer televisão na antiga rede Manchete.

GTV: Com mais de 20 anos de carreira, você já chegou naquele momento exato em que pensou ter alcançado todos seus objetivos profissionais?
Helena: Claro que não.

GTV: Você começou o curso de educação física, mas desistiu e atualmente está fazendo curso de pós-graduação de Arte e Filosofia no Rio. Como tem conciliado?
Helena: Não desisti da faculdade de Educação Física, sou formada, mas nunca trabalhei nesta área. Pretendo sair do Projac e ir correndo pra PUC para não perder minhas aulas que são muito interessantes.

GTV: Alguns atores engrandecem o trabalho no teatro e até deixam transparecer que é muito mais produtivo do que televisão. Você também tem essa visão?
Helena: Gosto de fazer televisão e gosto muito também de fazer teatro. São veículos completamente diferentes, mas encontro prazer em ambos.

GTV: Muitas atrizes admitem que por trabalharem na televisão, precisam ser um pouco mais vaidosas. Como você trabalha esse lado?
Helena: Cuido-me mais por saúde do que por vaidade, mas com certeza a televisão nos expõe muito e é sempre melhor quando estamos nos sentindo com uma boa aparência. Isso me deixa mais tranquila. Uma coisa a menos para me preocupar…

GTV: Você gosta de praticar alguma atividade física para manter o peso? Em relação à alimentação, como você faz para manter os hábitos saudáveis?
Helena: Faço exercícios quase diariamente, me faz muito bem. Cuido da alimentação sem ser muito radical.

GTV: Você é paulistana, mas decidiu morar no Rio por conta do trabalho. Sua família continua morando em Sampa? Em que bairro você morou e do que mais sente falta?
Helena: Indianópolis. Sinto falta da família.

GTV: Para interpretar alguns personagens, você já ficou com cabelos curtos e longos, mas como você, Helena, prefere ficar?
Helena: Gosto deles mais longos.

GTV: Em que momento você se sente uma mulher bonita? Você gosta de perder um tempinho na hora de se arrumar?
Helena: Sinto-me bonita quando estou feliz mesmo se estiver de fato meio feia.

GTV: Mesmo se dedicando a novela você tem outros projetos no cinema ou no teatro?
Helena: Neste momento não.

Entrevista: Papo Feminino em 231/03/2014.